Não Reclame das Sombras Faça Luz . (Chico Xavier)
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“ NÃO HÁ PONTO FINAL PARA O AMOR, AMOR É VIDA E VIDA É ETERNIDADE !.” André Luiz

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André Luiz

"Amar não é desejar. É compreender sempre, dar de si mesmo, renunciar aos próprios caprichos e sacrificar-se para que a luz divina do verdadeiro amor resplandeça".
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domingo, 4 de novembro de 2012

A Balança



Uma pobre senhora, com visível ar de derrota estampado no rosto, entrou num armazém.
Se aproximou do proprietário conhecido pelo seu jeito grosseiro, e lhe pediu fiado alguns mantimentos.
Ela explicou que o seu marido estava muito doente e não podia trabalhar e que tinha sete filhos para alimentar.
O dono do armazém zombou dela e pediu que se retirasse do seu estabelecimento. Pensando na necessidade da sua família ela implorou:

- Pôr favor senhor, eu lhe darei o dinheiro assim que eu tiver...

Ele respondeu que ela não tinha crédito e nem conta na sua loja. Em pé no balcão ao lado, um freguês que assistia a conversa entre os dois se aproximou do dono do armazém e lhe disse que ele deveria dar o que aquela mulher necessitava para a sua família por sua conta. Então o comerciante falou meio relutante para a pobre mulher:

- Você tem uma lista de mantimentos?

- Sim.
- respondeu ela.

- Muito bem, coloque a sua lista na balança e o quanto ela pesar, eu lhe darei em mantimentos.

A pobre mulher hesitou por uns instantes e com a cabeça curvada, retirou da bolsa um pedaço de papel, escreveu alguma coisa e o depositou suavemente na balança. Os três ficaram admirados quando o prato da balança com o papel desceu e permaneceu embaixo. Completamente pasmado com o marcador da balança, o comerciante virou-se lentamente para o seu freguês e comentou contrariado:


- Eu não posso acreditar!

O freguês sorriu e o homem começou a colocar os mantimentos no outro prato da balança. Como a escala da balança não equilibrava, ele continuou colocando mais e mais mantimentos até não caber mais nada. O comerciante ficou parado ali por uns instantes olhando para a balança, tentando entender o que havia acontecido. Finalmente, ele pegou o pedaço de papel da balança e ficou espantado pois não era uma lista de compras e sim uma oração que dizia:

- Meu Senhor, o senhor conhece as minhas necessidades e eu estou deixando isto em suas mãos...

O homem deu as mercadorias para a pobre mulher no mais completo silêncio, que o agradeceu e deixou o armazém. O freguês pagou a conta e disse:

- Valeu cada centavo...

...Só mais tarde o comerciante pode reparar que a balança havia quebrado, entretanto só Deus sabe o quanto pesa uma prece...

Quando você estiver pensando que não tem mais jeito...
É a hora de entregar nas mãos de Deus...
Para Ele não há limites...


Autor Desconhecido

Um comentário:

  1. Olá, querida
    Sempre que eu oro, o prato da balança comove a Deus... Lindo!!!
    Bjs de paz e bem

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